Polícias Civil e Militar e bombeiros decretam greve no Rio
As polícias Civil e Militar e os bombeiros, reunidos em assembleia na Cinelândia, Centro do Rio, decidiram decretar o movimento de greve das categorias em todo o Estado do Rio. A assembleia teve início às 18h desta quinta-feira. Segundo estimativa dos organizadores, cerca de 50% de todo o efetivo deverá aderir ao movimento.
Os policiais militares e os bombeiros deverão permanecer aquartelados em seus batalhões. Policiais civis afirmam que apenas 30% do efetivo da categoria ficará à disposição para casos de emergência, como ocorrências em flagrante e homicídios. No caso dos bombeiros, a adesão deve chegar a 70%.
De acordo com o secretário estadual de Defesa Civil e comandante do Corpo de Bombeiros do Rio, coronel Sérgio Simões, o Exército enviará 14 mil homens, e a Força Nacional disponibilizará cerca de 300 para a segurança no estado.
Entre as reivindicações dos grevistas, está um piso salarial de R$ 3,5 mil, R$ 350 de vale transporte e tíquete-refeição. O movimento também exige que o cabo bombeiro Benevenuto Daciolo seja solto. A prisão preventiva de Daciolo foi decretada pela juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da Auditoria da Justiça Militar do Rio decretou, na noite desta quinta-feira, pela acusação de incitamento e aliciamento a motim.
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